Eis uma pergunta que eu sempre me fiz (e ainda faço), principalmente após os primeiros contatos com o mundo da (muitas vezes temida) notação musical. Trata-se de uma pergunta que parece ser bastante simples de ser respondida - e talvez seja mesmo. Porém, apesar de bastante genérica (e talvez por isso mesmo), é capaz de levar a diversos questionamentos que vão desde os mais apaixonados aos mais contidos, feitos pelos mais diversos tipos de indivíduos - músicos ou não.
E aí, acabamos de cair no problema proposto no título: Afinal, Quem é músico? Talvez seja interessante entender antes o conceito de música. Nas minhas pequenas experiências com o mundo das teorias musicais, aprendi que para ser música, é necessário que a peça (ou obra, enfim...) seja um composto de harmonia, melodia e rítmo. Essa definição, apesar de bem genérica, tem muita relação com a concepção de música ocidental e já me ajuda a rebater boa parte dos comentários preconceituosos que ouço quanto a determinados estilos musicais como: arrocha, pagode, sertanejo, rock, mpb, etc. (É isso mesmo! Todos acabam sendo alvos em algum momento).
Mas afinal, Quem é músico? Sabe qual é a resposta? Eu também não. Será que aquele seu vizinho que comprou um cavaquinho, ontem, na mão de outro amigo (agora dele), que comprou uma revistinha numa banca de jornal para aprender a tocar as suas músicas prediletas, já pode ser chamado de músico? Ou então: a partir de quando poderá ser chamado assim? Depende de quê para que este indivíduo conquiste o status de músico? E para colocar ainda mais lenha na fogueira: música é algo meramente intuitivo ou requer práticas de disciplina e aplicação ténica?
Não pretendo responder a nenhuma dessas questões no corpo deste texto. As contribuições dos leitores nos comentários é que poderão a, quem sabe, transformar este texto e o seu tema num artigo? Sem contar que eu jamais conseguiria fazer isso sozinho.
E aí, acabamos de cair no problema proposto no título: Afinal, Quem é músico? Talvez seja interessante entender antes o conceito de música. Nas minhas pequenas experiências com o mundo das teorias musicais, aprendi que para ser música, é necessário que a peça (ou obra, enfim...) seja um composto de harmonia, melodia e rítmo. Essa definição, apesar de bem genérica, tem muita relação com a concepção de música ocidental e já me ajuda a rebater boa parte dos comentários preconceituosos que ouço quanto a determinados estilos musicais como: arrocha, pagode, sertanejo, rock, mpb, etc. (É isso mesmo! Todos acabam sendo alvos em algum momento).
Mas afinal, Quem é músico? Sabe qual é a resposta? Eu também não. Será que aquele seu vizinho que comprou um cavaquinho, ontem, na mão de outro amigo (agora dele), que comprou uma revistinha numa banca de jornal para aprender a tocar as suas músicas prediletas, já pode ser chamado de músico? Ou então: a partir de quando poderá ser chamado assim? Depende de quê para que este indivíduo conquiste o status de músico? E para colocar ainda mais lenha na fogueira: música é algo meramente intuitivo ou requer práticas de disciplina e aplicação ténica?
Não pretendo responder a nenhuma dessas questões no corpo deste texto. As contribuições dos leitores nos comentários é que poderão a, quem sabe, transformar este texto e o seu tema num artigo? Sem contar que eu jamais conseguiria fazer isso sozinho.
