Já ouviu alguém dizer algo assim: "Ah, isso aí é briga de cachorro grande"? Já? "Apôis" (gíria nordestina), é exatamente isso que está acontecendo entre Rafinha Bastos e Luciano Huck. Ambos "cachorros grandes" - um de raça e outro vira-lata - (não necessariamente nessa mesma ordem), trocando "narigudices" (o nariz de Rafinha não perde em nada pro de Huck) em rede nacional (leia-se, web no Brasil...rsrs).
Mas qual o problema de tomar um vinho durante o jantar, na própria casa, com sua senhora? Nenhum. E qual o problema em dar um abraço num amigo que completava 70 anos - isso num clube à 800 metros de sua casa? Também nenhum. E qual o problema de fazer tudo isso no mesmo dia (digo, noite...) - isso sim, na mesma ordem? A resposta: Polêmica!
O que há em comum entre Rafinha Bastos e Luciano Huck - além vossos narizes avantajados? Ambos são comunicadores. Só que um é visto como o mocinho. O outro, como vilão. Aí eu te pergunto:
1 - Até que ponto pessoas que se esforçam para passar uma imagem de "bonzinhos" falam a verdade?
2 - Ou: Até que ponto pessoas que tentam passar uma imagem de vilão falam a verdade?
Só sei de uma coisa: todo mundo já fez a mesma "merda" que o Luciano Huck fez essa semana. Mas, se recusar a fazer o teste de bafômetro foi, no mínimo, burrice. E a sua imagem de mocinho perante os seus fãs e admiradores? A troco de quê permitir que sua (santa)imagem fosse maculada, após tanto esforço pra construir o contrário?
Loucura, loucura, loucura...